A Educação Inclusiva é um Processo em que se amplia a participação de
todos os estudantes nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma
reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas
de modo que estas respondam à diversidade de alunos. É uma abordagem humanística,
democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o
crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.
A filosofia da inclusão defende uma educação eficaz para todos,
sustentada em que as escolas, enquanto comunidades educativas devem satisfazer
as necessidades de todos os alunos, sejam quais forem as suas características
pessoais, psicológicas ou sociais (com independência de ter ou não
deficiência). Trata-se de estabelecer os alicerces para que a escola possa
educar com êxito a diversidade de seu alunado e colaborar com a erradicação da
ampla desigualdade e injustiça social."
(SANCHEZ, 2005).
Fala-se constantemente sobre
a inclusão dentro das escolas, o que não é uma tarefa fácil. A maioria dos
estabelecimentos de ensino regular, assim como os profissionais da educação,
não esta suficientemente preparada para receber alunos especiais.
A inclusão de crianças e jovens com
necessidades educacionais especiais (NEE) na Educação Básica tem gerado muita
polêmica no país. Existem os que pensam ser mais adequado os estudantes com
deficiência frequentarem somente escolas especiais enquanto as instituições
regulares não estiverem preparadas para atender às suas particularidades. Da
mesma forma há defensores das classes regulares como o melhor lugar para que
eles aprendam os conteúdos curriculares e convivam com os demais alunos. As
políticas brasileiras vêm empenhando-se na segunda opção, e a experiência da
última década aponta que a inclusão ocorre de fato quando todos frequentam as
mesmas salas de aula. Incontestavelmente para que essa prática se
traduza em ganhos efetivos, são necessários investimentos essenciais em
infraestrutura e na contratação e na formação de profissionais, lacunas ainda
não preenchidas totalmente. Segundo o Ministério da Educação (MEC), há 200
mil crianças e adolescentes com necessidades educacionais especiais
(NEE) fora das salas de aula. A situação está bem distante da ideal, mas
admite-se que o processo ainda está em andamento.
Qual o opinião de vocês sobre
o assunto?
Deixe seu comentário!!
Beijo, Beijo
Lauandah Antunes
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